miércoles, 2 de octubre de 2024
jueves, 26 de septiembre de 2024
Al Pratt en Montevideo:setiembre de 1936
* Foto publicada en "Cine Radio Actualidad" el viernes 11 de setiembre de 1936.Sedim tenia su "Media hora de Jazz "en Radio Carve ,los martes y jueves a las 17.00 horas.
"Innumerables formaciones de jazz bands comienzan a destacarse por el territorio brasileño. En Rio de Janeiro la Jazz Band Sul-Americano de Romeu Silva (saxofón) fue la que más sobresalió. Viajó en 1925 a una temporada en Europa, que se prolongaría por más de diez años, el grupo recorrió países como Francia, Portugal, España, Bélgica, Suiza, Alemania, Inglaterra e Italia. El viaje fue financiado por el gobierno brasileño, con el propósito de divulgar los géneros nacionales como maxixa, samba y frevo.
Los músicos que acompañaron a Romeu Silva fueron Mário Silva (trompeta), Bibi Miranda y Leonel Guimarães (batería), Gastão Bueno (banjo), Fernando Albuquerque (cantante), Francisco Marti (piano), Sátiro Augusto de Almeida y Abdon Lira (trombón), Francisco Bernardi (violín), y Luiz Lopes (saxofón). Inclusive, durante esta temporada, grabaron con la estrella americana radicada en París, Josephine Baker. Algunos músicos norteamericanos tocaron con Romeu en Europa, entre ellos se hallaban Joe Hayman (saxofón), Johnny Dunn (trompeta), Jack Mayes (pianista), Billy Burns y Herbert Fleming (trombones), Booker Pittman y Alfred Pratt (saxofones). Estos dos últimos fueron a Brasil para tocar en el Cassino Atlântico en 1936...."
(Guinle, Jorge" Jazz Panorama", 1953 Rio de Janeiro)
Pero hay mas:
Alfred(Al)Pratt (New Orleans,19/12/1908-fallecio probablemente en Chile en 1960) habia trabajado previamente con la orquesta de Bubber Miley(1930)con King Oliver(1931,1932),gira europea con la orquesta de Lucky Millinder(1933),gira europea con Louis Armstrong(1934),orquesta de Freddie Johnson
(1934,Paris)
En 1937 se instalaria en Santiago de Chile fijando su residencia y con largos periodos de trabajo en Rio de Janeiro y Buenos Aires que continuaron en las decadas del 40 y 50.
miércoles, 31 de julio de 2013
El periplo sudamericano de BUD FREEMAN
Cuenta el saxofonista BUD FREEMAN en su autobiografia "Crazeology" ("Crazeology: The Autobiography of a Chicago Jazzman " Bud Freeman y Robert Wolf ) que en 1947 fue contratado por el millonario brasileño JORGE GUINLE para tocar en el "Midnight Room"(del Copacabana-Palace?) de Rio de Janeiro.
Alli estuvo viviendo unos meses con su mujer Estilita .
BUD comenzaba su espectaculo a la medianoche-haciendo honor al nombre del local-acompañado por su compatriota HERB WARD en contrabajo y una celebridad local en la bateria llamado BIBI MIRANDA.
BUD FREEMAN aparentemente no lo sabia pero BIBI (Bibiano Miranda de Abreu)ya habia recorrido medio mundo con la orquesta de ROMEU SILVA,tocando junto a figuras como JOSEPHINE BAKER,OSCAR ALEMAN ,BOOKER PITTMAN ,SVEN ASMUSSEN y otras celebridades del Paris de entreguerras hasta recalar en la FERIA MUNDIAL DE NY de 1939.
La etapa carioca tuvo un imprevisto final cuando Estilita fue presa de una molestia alergia cutanea que los obligo a regresar a New York.
Un segundo periplo sudamericano en 1952 junto a su nueva pareja MARGO(segun cuenta BUD su nueva mujer "habia heredado una pequeña fortuna al fallecer su madre" )los lleva hasta Viña del Mar donde se dan la gran vida.
Pero BUD no era feliz del todo:extrañaba su musica y la vida de nuevo millonario no era para el.
No lo cuenta en el libro pero segun parece- lo cuenta el historiador Alvaro Menanteau-el saxofonista pudo darse el gusto de actuar en el Hotel Carrera con los mejores musicos chilenos del momento.

Gracias a "Purojazz" por la foto.
domingo, 23 de octubre de 2011
Booker,Elianna y Ophelia


FÊNIX MUSICAL
Em 1958, além de vencer sua primeira Copa do Mundo, o Brasil recebeu a visita de um ícone da música americana. O trompetista e cantor Louis Armstrong aportou em São Paulo para uma apresentação. Booker passou por lá para rever o amigo e acabou sendo convidado a participar da banda. Durante o espetáculo, uma certa Ophélia não conseguiu desgrudar os olhos do palco. Ao final do show, a moça passou batido pela multidão que cercava Louis e, arrastando sua filha Eliana pela mão, se aproximou de um cara calado que acendia um cigarro. Era Booker Pittman. “Ele era amigo de infância de Louis. Mamãe já conhecia o Buca por causa de uma reportagem publicada na revista O Cruzeiro. Eu devia ter uns 11 anos. A maior preocupação de mamãe era que ele não tocasse à altura de Armstrong naquele dia, mas qual o que. Não estarei exagerando em dizer que foi o músico mais aplaudido. Enquanto todos paparicavam o Louis, mamãe tomou coragem e se apresentou ao Booker”, conta Eliana Pittman, cantora e filha adotiva do músico.
Com muito custo, tempo e uma paciência de Jó, Ophélia conseguiu quebrar a aversão que o músico sentia pelo casamento – ele achava que poderia prejudicar seu espírito cigano. Logo, estavam vivendo juntos. Quando Booker resolveu retomar a carreira no Rio de Janeiro, levou a nova esposa e filha a tiracolo. As duas já carregavam o sobrenome Pittman. Na então capital nacionnal, Buca retomou as rédeas da carreira, que agora eram guiadas pelas mãos fortes de dona Ophélia. “Papai não se apegava a bens materiais e muitas vezes nem cobrava para tocar. Mamãe mudou isso e passou a controlar a carreira dele. Buca começou a dizer que agora tinha uma família para sustentar e começou a encarar a profissão com mais responsabilidade”, completa Eliana.
Ele logo passou a fazer parte da cena musical nacional e tocava com freqüência com os grandes nomes da época, como Dick Farney. No badalado hotel Plaza foi contratado como atração principal da casa. Reza a lenda que um jovem Roberto Carlos ficava na espreita à espera de uma vaga para se apresentar no hotel. “Comecei minha carreira em abril de 1961 cantando duas músicas num show de papai. Fui descoberta como cantora por ele, que me incentivou a ingressar na carreira artística”, relembra Eliana.
Em 1964, Buca retornou a Nova York e encontrou um cenário totalmente diferente do que tinha deixado. As gravadoras controlavam tudo e o rock e a música pop estavam se consolidando como gênero popular. Eliana conta que “depois de uns tempos nos EUA ele disse para mim que queria voltar para casa. A casa dele era o Brasil. Em 1966, descobriu que tinha um câncer na laringe. Os médicos queriam fazer uma traqueostomia, mas papai não quis e respeitamos sua decisão. Dizia que não gostaria de ser cortado. Minha carreira estava indo muito bem e comprei um apartamento para ele na Bela Vista, em São Paulo. Ele não gostou muito porque ficava em frente ao cemitério e falava brincando que não queria ficar olhando para o local onde iria morar mais cedo ou mais tarde. Nos mudamos dali para uma casa no Itaim. Foi onde ele morreu, em 1969, com toda a dignidade que merecia” (Booker está enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro).
Há poucos registros audiovisuais de Booker Pittman. As poucas imagens se perderam nos famosos incêndios sofridos pela TV Record – só na década de 60 foram cinco. Na sua volta ao Rio, Booker gravou três álbuns: Jam Session (1963), ao lado de Dick Farney, News from Brazil (1963), já com a filha Eliana Pittman como cantora, e Sax Soprano Sucesso (1965). Os três se encontram esgotados e fora de catálogo.
MAMÃE CORAGEM
A cabeleira e costureira Ophélia Leite de Barros vinha de um casamento fracassado e lutava com dificuldades para criar a filha. No Brasil da década de 50, o movimento pela igualdade da raça negra dava seus primeiros passos e dona Ophélia era uma entusiasmada ativista. Quando conheceu Booker Pittman, sua vida mudou drasticamente. “Mamãe virou empresária por causa do Buca. Antes disso, nunca tinha entrado numa boate”, nos conta a filha Eliana. “Ela começou a ficar famosa no meio artístico porque era linha-dura quando o assunto era dinheiro. Pedia aumento e quando tinha que cobrar não tinha papas na língua. Além disso, começou a interferir até nos ensaios”, complementa. A matriarca respeitava muito a opinião da filha e a consultava para tudo. “Quando conheceu o Booker, fez questão de me apresentar e perguntar o que eu achava, se daria um bom marido, essas coisas.”
Já carregando o sobrenome Pittman, Ophélia também ganhou fama pela maneira que conduzia os namoros de Eliana. “No começo de minha carreira, ela tomava conta de todos os meus namoros. Naquela época existia o mito da virgindade e mamãe era muito rigorosa. O Adolpho Bloch dizia que, quando eu me casasse, ela ficaria embaixo da cama para ver se a lua- de-mel se concretizaria. Booker definia muito bem a nossa relação e falava de maneira irônica lembrando a função dela como empresária: Booker, saxofone, Eliana microfone e Ophélia telefone”.
No ano do centenário de seu nascimento e do 40º aniversário de sua morte, o clarinetista e saxofonista Booker Pittman é lembrado como sinônimo de talento e liberdade. Na música, tocou com grandes nomes do jazz, como Count Basie e Louis Armstrong. Na vida, usou o instrumento para conhecer o mundo e escrever uma história rica e fascinante. “Eu e meu amigo parecíamos uma visão, com nossa cara inchada, daquele matador (sic) de homem [cachaça]. Ninguém nos olhava amigavelmente, mas a algumas milhas fora de São Paulo mudei isso, pois peguei o meu sax. Menino, meus amigos arregalaram os olhos! Certo, lá estava eu viajando novamente: novos lugares, novas caras. Lógico, eu toquei o meu melhor! Estava feliz, viajando. As rodas do trem cantavam melhor do que qualquer baterista. Isso não era nenhuma boate ou cabaré. Isso era eu, fazendo o que mais gostava, novas aventuras”, diz Pittman no livro Por Você, por Mim, por Nós, de Ophélia Pittman (Editora Record, 1984), esposa brasileira do músico.

O espírito cigano e a maneira descomprometida e livre de enxergar a vida de Booker Pittman construíram uma trajetória riquíssima e recheada de peculiaridades. “O cara nasceu em Dallas, em 1909, coincidentemente na mesma rua em que o presidente John F. Kennedy seria assassinado. Seu avô, Booker T. Washington, foi o primeiro negro a fundar uma universidade”, conta o cineasta Rodrigo Grota, 29. “Ele já tocava na escola, mas quando decidiu se dedicar à música foi para Kansas City e começou a tocar com o grupo do Count Basie”, acrescenta. Grota dirigiu um curta sobre o instrumentista – que leva o mesmo nome do músico – e vem acumulando prêmios em festivais pelo país (levou o Kikito de melhor curta no Festival de Gramado 2008) e no exterior. “Um dia ele ouviu um senhor que tocava na orquestra de Basie dizer que estava cansado de viajar, que não agüentava mais a estrada e iria se aposentar. Ali percebeu que seu instrumento poderia se tornar um passaporte para o mundo”, diz o diretor. E as viagens de Booker não tardariam a começar.
Elevou a São Paulo, Pernambuco e Paraná. Rodrigo conta que Booker “também morou na Argentina, onde se viciou em cocaína e fugiu para o Uruguai para tentar se livrar do vício que acabou substituindo por cachaça e maconha”.
ASCENSÃO E QUEDA
“Nós fomos diretamente para a casa do meu amigo, onde sua mãe e dois irmãos menores nos receberam calorosamente. Tomei logo um banho e tentei ficar sóbrio. Melhorei um pouco, comi uma típica refeição [paranaense] e estava pronto para dormir. Meu amigo disse ‘ainda não’, e me levou para conhecer o meu futuro patrão. O Clube era um lugar de jogo com cartas e dados onde os plantadores de café ficavam algum ou mais tempo. Quando subimos para o 2º andar, fomos examinados rapidamente dos pés à cabeça. Eu olhei para a esquerda daquele quartinho e vi pistolas de todas as marcas penduradas na parede. Era o check room. Eu sorri. Nem no Texas tinha um check room. Aqueles fazendeiros eram todos ricos, cheios de dinheiro. Aquela terra vermelha do Paraná, com personalidades fortes, me fez lembrar de alguma forma Oklahoma.” Assim foi a chegada de Booker a Londrina, no Paraná, contada pelo próprio.
“Sua derrocada com a cachaça também começou ali”, conta Ranulfo Pedreiro, 39, jornalista responsável por uma grande pesquisa sobre o músico. Pedreiro diz que o material encontrado é muito vago. “É difícil achar dados confiáveis. Seu espírito nômade não o deixava parado por muito tempo no mesmo local. Era um apaixonado pela noite e pela pingam, que passou a preferir ao uísque”, acrescenta. E Booker confirma: “Lá, embaixo, na esquina, tinha um bar, aberto durante a noite. Em todos os intervalos eu ia até lá e tomava a minha dose de cana. Naturalmente, nunca ofendia os fregueses. Sentava, tomava alguns goles de uísque, pedia licença para ir ao banheiro, corria, rapidamente, para o bar na esquina, tomava quatro ou cinco goles de cachaça, e voava de volta pelas escadas para a mesa, pedia desculpas pela ausência e acabava o resto do uísque”.

O músico encontrou em Londrina uma cidade com muito dinheiro circulando devido às fazendas cafeeiras. As “casas noturnas” pipocavam. Além das mesas de jogos que odiava, Pittman convivia com moçoilas de todos os tipos que se ofereciam para os endinheirados fazendeiros. “Senti alguma coisa tocando dentro nesta atmosfera nova e diferente. Apesar de ter sido criado no Texas, nunca fui ligado à vida no campo. Dallas, naquela época, era uma cidade em crescimento, sem cavalos ou vacas para ver e muito asfalto. Eu agora estava sendo apresentado a um cenário diferente e mais fascinante do que antes. Naquela noite, toquei com um entusiasmo novo. Praticamente todos os homens usavam botas e chapéus de aba larga. As mocinhas do cabaré, em sua maioria, eram de São Paulo.”
A essa altura o saxofonista já tinha se rendido ao vício da cachaça. “O Paraná é muito frio, especialmente à noite. Mas eu tocava à noite, tomava aquela cachaça forte e quase não sentia frio.” Nesse cenário digno dos grandes cabarés de Nova York, o músico construiu fama. Mas a pinga o fez torrar todo o dinheiro que ganhou e logo começou a trabalhar a troco da maldita. Ranulfo diz que Booker chegou ao fundo do poço. “Mendigou trocados pelas ruas e perdeu o saxofone por causa da bebida. E o mais incrível é que mesmo assim não deixou de viajar. Como não tinha dinheiro, começou a circular por cidades da região como Santo Antônio da Platina e Cornélio Procópio. Dormia em qualquer lugar.” Um dia estava pintando as paredes de uma casa de reputação duvidosa em Cornélio quando foi procurado por um amigo que trazia um recorte de jornal que noticiava sua morte. Buca tomou isso como um sinal.
A SAGA DE BOOKER PITTMAN
JAZZ E CACHAÇA
por CESAR LOPES 29 de janeiro, 2009
http://blueblogger.zip.net/arch2009-01-25_2009-01-31.html
lunes, 18 de abril de 2011
Una pelicula sobre BOOKER PITTMAN
Booker Pittman
(PR, fic, p&b, 15 min, 35mm, 2008)
Sinopse
Londrina, jazz, 1950.
Elenco
Edson Montenegro (Booker Pittman)
Cléo De Páris (Amante Booker)
Premiações
36º Festival de Cinema de Gramado (RS)
Melhor Filme (Prêmio da Crítica)
Prêmio Especial do Júri
Prêmio Aquisição do Canal Brasil
Melhor Direção de Arte (para José de Aguiar)
Melhor Música (para Booker Pittman)
19º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo (SP)
Troféu ABD
Prêmio ABC (Associação Brasileira de Cinematografia)
Prêmio ABC de Melhor Fotografia para Curta-Metragem 2009 (para Carlos Ebert)
5º Festival Cinema de Arte de Salvador (BA)
Melhor Filme (Júri Popular)
2º Festival Cine Música Conservatória (RJ)
Troféu Curta-Light de Melhor Trilha Musical
www.kinoarte.com.br
sábado, 23 de mayo de 2009
JUNIO DE 1942: JAM SESSION EN MONTEVIDEO CON LOS MUSICOS DE RAY VENTURA

Pierre Allier (tp) Eugène d'Hellemmes (tb,b)Booker Pittman (as) Al Romans (p) Henri Salvador (g)
Montevideo, Uruguay, 1942
Sweet Georgia Brown SonDOr 42-2001
1942
Juin : Premier concert à Montevideo au grand théâtre « 18 de Julio » : accueil chaleureux et succès considérable
12 juillet : Arrivée en Argentine, à Buenos Aires.
Les Collégiens se produisent au cabaret Tabaris, au Teatro Politeama, au Cinéma Opéra. Accueil enthousiaste.
Juillet, septembre, octobre et décembre : Scéances d'enregistrements pour la filiale argentine d'Odéon.
Suit une tournée assez désastreuse dans plusieurs villes de l'intérieur du pays et jusqu'à Santiago du Chili et Valparaiso.
De retour à Buenos Aires, l'orchestre se disperse, et se tire d'affaire comme il peut. Misraki, lui, compose la musique de 8 films.
rayventura.org
miércoles, 20 de mayo de 2009
RECUERDOS DE BOOKER PITTMAN



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"Cheese", que pode ser considerada rock, jazz, blues ou rhythm & blues. A gravação foi feita ao vivo no auditório do jornal Folha de S. Paulo em dezembro de 1960 (e lançada em LP no ano seguinte) com Booker Pittman, vocal e saxofone alto; Dudu (dos Avalons), guitarra; Eduardo Vidossich, piano; Kurt Van Elgg, clarinete; Massao Ukon, trompete; Daniel, contrabaixo elétrico (ainda novidade no Brasil de então); Paulinho, bateria. A composição é de Booker, Dudu e Daniel
Just to let you know he recorded with Blanche Calloway in 1931, have the titles, Freddy Johnson in France in 1933 (have them on microgroove, CD and believe it or not, 78 rpm, his solos on tiger rag and Harlem madness are incredible). he played with harry cooper in 1934/5 (no recordings), then went to your country in 1935 with Romeu Silva (he may have recorded with Silva in Argentina in 1936 or so, however, I believe he was with Isidoro Benitz in 1936), then later with Dave Washington swing stars. by the late 30's he recorded privately with a bunch of Argentine swing musicians, and probably is on "Sweet Georgia Brown" on a 78 from 1943 with Henri Salvador and others. by 1945 he replaced a Mr Williams in Ahmed Ratip's Cotton Pickers (the best jazz band in Argentina IMHO), recorded with them (2 vocals a brief scat on "St Louis Blues" victor 60-1100 and "Somebody Stole My Gal"). this band had, along with Pittman, Hernan Oliva (a Chilean violinist who played with Oscar Aleman), and Ratip's excellent guitar. Booker then left Argentina around 1949 to farm in Brazil
01 - Hello Dolly (J. Herman)
02 - Broadway (H. Woode / T. Me Era / B. Bird)
03 - What Is The Thing Called Love (Cole Porter)
04 - Ain't Misbehavin (Walter / Razaf / Brooks)
05 - Lonesome Roas (N. Shilkret / G. Austin)
06 - Taste Of Honey (B. Scott)
07 - Balling The Jack (C. Smith)
08 - Petite Fleur (S. Bechet)
09 - Nobody Knows The Troubles I've Seen (Tradicional)
10 - Stereo Blues
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